Eis meu último trabalho.
Criação de logomarca e papelaria para a RBT Consultoria.
Modéstia a parte o material final ficou muito bom.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Mobilidade what?
Interessante o resultado desta pesquisa, que reproduzo na íntegra.
Posso complementar essa reportagem com minha experiência na vivo, o máximo que vi de interação com o consumidor de celular, foi um curso para alguns clientes de como explorar o seu smartphone.
Em uma outra ocasião, os organizadores de um congresso sobre o marketing móvel, nos procurou com um pedido de parceria, onde os participantes receberiam sms em tempo real, a vivo teve que declinar a oferta, pois não tinha uma política sobre como administrar o assunto. Sinal dos tempos.
Apenas 5% das maiores empresas em atuação no Brasil têm um pé na mobilidade. Esse é o número apontado por uma pesquisa realizada pela Mowa, especializada em soluções móveis.
Tomando como base o ranking das 500 maiores companhia do País - editado pela revista Exame -, o levantamento mostrou que os telefones celulares ainda passam longe das premissas da maioria quando o assunto é relacionamento com o consumidor.
Entre os setores que se mostram mais antenados e preocupados em acompanhar essa tendência de comunicação, o destaque fica com as empresas de telecomunicações (31,25%), seguidas pelas de eletrônicos (26,32%), farmacêuticas (10%) e automotivas (7,7%). Na pesquisa não foi avaliado o setor financeiro.
Essas foram as que melhor apresentaram presença móvel com site específico para ambiente mobile, desenvolvimento de aplicativos e envio de mensagens de texto para uso corporativo. "Já imaginávamos que os números seriam baixos, mas ainda assim ficamos impressionados com os resultados", diz Guilherme Santa Rosa, sócio-diretor da Mowa.
"Apenas 12% das maiores empresas brasileiras, por exemplo, possuem site móvel. Isso quer dizer que 88% das empresas estão recusando a visita de um público especialmente interessante, e que cresce a números impressionantes no Brasil e no mundo", diz o executivo.
O estudo foi realizado entre os meses de novembro de 2009 e fevereiro de 2010, quando o Brasil alcançou a marca de quase 178 milhões de telefones celulares habilitados, segundo a Anatel.
Fonte foi o Jornal Meio e Mensagem.
Posso complementar essa reportagem com minha experiência na vivo, o máximo que vi de interação com o consumidor de celular, foi um curso para alguns clientes de como explorar o seu smartphone.
Em uma outra ocasião, os organizadores de um congresso sobre o marketing móvel, nos procurou com um pedido de parceria, onde os participantes receberiam sms em tempo real, a vivo teve que declinar a oferta, pois não tinha uma política sobre como administrar o assunto. Sinal dos tempos.
Apenas 5% das maiores empresas em atuação no Brasil têm um pé na mobilidade. Esse é o número apontado por uma pesquisa realizada pela Mowa, especializada em soluções móveis.
Tomando como base o ranking das 500 maiores companhia do País - editado pela revista Exame -, o levantamento mostrou que os telefones celulares ainda passam longe das premissas da maioria quando o assunto é relacionamento com o consumidor.
Entre os setores que se mostram mais antenados e preocupados em acompanhar essa tendência de comunicação, o destaque fica com as empresas de telecomunicações (31,25%), seguidas pelas de eletrônicos (26,32%), farmacêuticas (10%) e automotivas (7,7%). Na pesquisa não foi avaliado o setor financeiro.
Essas foram as que melhor apresentaram presença móvel com site específico para ambiente mobile, desenvolvimento de aplicativos e envio de mensagens de texto para uso corporativo. "Já imaginávamos que os números seriam baixos, mas ainda assim ficamos impressionados com os resultados", diz Guilherme Santa Rosa, sócio-diretor da Mowa.
"Apenas 12% das maiores empresas brasileiras, por exemplo, possuem site móvel. Isso quer dizer que 88% das empresas estão recusando a visita de um público especialmente interessante, e que cresce a números impressionantes no Brasil e no mundo", diz o executivo.
O estudo foi realizado entre os meses de novembro de 2009 e fevereiro de 2010, quando o Brasil alcançou a marca de quase 178 milhões de telefones celulares habilitados, segundo a Anatel.
Fonte foi o Jornal Meio e Mensagem.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Marketing Político.
Segue abaixo, matéria interessante sobre os novos rumos do marketing de uma maneia geral, e é claro do político discursado pelo estratégista da campanha vitoriosa do presidente Barack Obama.
Os candidatos que almejam conquistar uma posição no cenário político têm duas opções: ou seguem os avanços e se enquadram na nova linguagem imposta pela web, ou então ficam para trás. Foi mais ou menos esse o recado dado por Scott Goodstein, um dos principais estrategistas da campanha eleitoral do presidente dos Estados Unidos Barack Obama, durante palestra realizada nesta quarta-feira, 27, durante a Campus Party Brasil.
Um dos principais convidados da terceira edição do acampamento digital - que acontece no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, até o próximo dia 31 - o estrategista eleitoral falou sobre a construção da vitoriosa campanha de Obama e deu dicas de como os profissionais de publicidade e do marketing político podem agir para se comunicar com a nova geração de eleitores.
Ao mostrar exemplos da plataforma digital e dos canais agregados na campanha que conduziram Obama à Casa Branca, Goodstein deixou claro que a inovação na abordagem eleitoral foi propiciada graças à observação da queda da audiência televisiva no mercado norte-americano, em contrapartida do aumento da utilização da internet e dos meios digitais.
Sendo um dos responsáveis por uma campanha que se destacou por priorizar as mídias sociais e usar a internet como plataforma central de divulgação, o estrategista ressalta que, em época de campanha eleitoral, é necessário, inicialmente, não ter medo de arriscar e de experimentar novos modelos.
Para uma plateia lotada, formada por "campuseiros" e jornalistas, Goodstein explicou que a construção da campanha de Obama levou um período de dois anos, dentro do qual várias ferramentas foram testadas e, principalmente, modificadas. "Começamos com muita força no MySpace, que era a rede social preferida dos americanos. Depois, o Facebook o ultrapassou e tivemos que nos adaptar e fomos mudando, mudando. Isso sem contar no grande impacto do Twitter, no ano de 2008, que foi responsável por divulgar a mensagem de Obama em todo o planeta", relembrou o estrategista.
Eleitores como membros da campanha
Dando indicativos do panorama que os candidatos irão enfrentar nas próximas eleições brasileiras, que acontecem em outubro deste ano, Goodstein destacou a necessidade de inserir os eleitores e os internautas dentro das estratégias da campanha eleitoral, fazendo com que as pessoas se engajem naquela mensagem.
Como exemplo, ele citou o discurso histórico feito por Barack Obama na cidade de Berlim, que foi acompanhado por centenas de milhares de pessoas. Segundo Goodstein, a visita de Obama à Alemanha não foi promovida com grande ênfase pelo próprio comitê de campanha, mas a notícia acabou repercutindo de forma espontânea pelas redes sociais e culminou com a concentração de uma grande massa na capital alemã. O profissional de marketing político também enfatizou a importância dos celulares e das mídias móveis na construção da imagem de Obama e destacou que o SMS e as mensagens de texto possibilitam a veiculação de mensagens objetivas, fortes e impactantes.
Apesar dessas considerações, quando questionado a respeito da possível eficácia da utilização da internet na campanha de Obama caso o antecessor na presidência dos Estados Unidos não fosse alguém com a popularidade tão baixa - como era o caso de Geroge W. Bush - Goodstein enfatiza que, apesar das estratégias publicitárias na promoção e na divulgação dos candidatos, o que ainda conquista e cativa os eleitores é a figura e a essência do candidato.
Vi no Meio e Mensagem
Os candidatos que almejam conquistar uma posição no cenário político têm duas opções: ou seguem os avanços e se enquadram na nova linguagem imposta pela web, ou então ficam para trás. Foi mais ou menos esse o recado dado por Scott Goodstein, um dos principais estrategistas da campanha eleitoral do presidente dos Estados Unidos Barack Obama, durante palestra realizada nesta quarta-feira, 27, durante a Campus Party Brasil.
Um dos principais convidados da terceira edição do acampamento digital - que acontece no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, até o próximo dia 31 - o estrategista eleitoral falou sobre a construção da vitoriosa campanha de Obama e deu dicas de como os profissionais de publicidade e do marketing político podem agir para se comunicar com a nova geração de eleitores.
Ao mostrar exemplos da plataforma digital e dos canais agregados na campanha que conduziram Obama à Casa Branca, Goodstein deixou claro que a inovação na abordagem eleitoral foi propiciada graças à observação da queda da audiência televisiva no mercado norte-americano, em contrapartida do aumento da utilização da internet e dos meios digitais.
Sendo um dos responsáveis por uma campanha que se destacou por priorizar as mídias sociais e usar a internet como plataforma central de divulgação, o estrategista ressalta que, em época de campanha eleitoral, é necessário, inicialmente, não ter medo de arriscar e de experimentar novos modelos.
Para uma plateia lotada, formada por "campuseiros" e jornalistas, Goodstein explicou que a construção da campanha de Obama levou um período de dois anos, dentro do qual várias ferramentas foram testadas e, principalmente, modificadas. "Começamos com muita força no MySpace, que era a rede social preferida dos americanos. Depois, o Facebook o ultrapassou e tivemos que nos adaptar e fomos mudando, mudando. Isso sem contar no grande impacto do Twitter, no ano de 2008, que foi responsável por divulgar a mensagem de Obama em todo o planeta", relembrou o estrategista.
Eleitores como membros da campanha
Dando indicativos do panorama que os candidatos irão enfrentar nas próximas eleições brasileiras, que acontecem em outubro deste ano, Goodstein destacou a necessidade de inserir os eleitores e os internautas dentro das estratégias da campanha eleitoral, fazendo com que as pessoas se engajem naquela mensagem.
Como exemplo, ele citou o discurso histórico feito por Barack Obama na cidade de Berlim, que foi acompanhado por centenas de milhares de pessoas. Segundo Goodstein, a visita de Obama à Alemanha não foi promovida com grande ênfase pelo próprio comitê de campanha, mas a notícia acabou repercutindo de forma espontânea pelas redes sociais e culminou com a concentração de uma grande massa na capital alemã. O profissional de marketing político também enfatizou a importância dos celulares e das mídias móveis na construção da imagem de Obama e destacou que o SMS e as mensagens de texto possibilitam a veiculação de mensagens objetivas, fortes e impactantes.
Apesar dessas considerações, quando questionado a respeito da possível eficácia da utilização da internet na campanha de Obama caso o antecessor na presidência dos Estados Unidos não fosse alguém com a popularidade tão baixa - como era o caso de Geroge W. Bush - Goodstein enfatiza que, apesar das estratégias publicitárias na promoção e na divulgação dos candidatos, o que ainda conquista e cativa os eleitores é a figura e a essência do candidato.
Vi no Meio e Mensagem
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Pesquisa mostra mais detalhes sobre a geração Y
Velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia. Esses são os valores apontados como primordiais no estudo divulgado na manhã desta quinta-feira, 21, pela Bridge Research sobre a Geração Y - nascidos entre 1978 e 1990.
A pesquisa envolveu 672 pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre, num universo estimado em oito milhões de indivíduos, sendo 48% de homens e 52% de mulheres das classes A, B e C.
Para Renato Trindade, presidente da empresa, "características como valorização do jovem e da juventude, além de forte influência da cultura do hedonismo estão presentes nos jovens Geração Y, que são autores da maioria dos blogs e gestores de comunidades nas redes sociais".
Segundo o resultado, consumir é melhor do que ostentar marcas. "Os Y's não fogem necessariamente de modismo, mas as marcas assumem uma função de qualificadoras do produto e não de quem os usa", explica Trindade. Os números apontam que, em eletroeletrônicos, o principal é ter uma boa experiência anterior com a marca. Nos veículos, a marca é mais importante porque remete à qualidade. Entre as marcas de celular mais citadas estão iPhone (classe A), Motorola, Nokia, Sony Ericsson; as de TV são Sony, Samsung (classe A), Philips e Gradiente.
A pesquisa ainda aponta que, quando o tema é banco, "quanto mais propaganda, maior a sensação de que se trata de um banco grande". Itaú e Bradesco foram apontados como os mais fortes e sólidos.
Consumo
A lista de compras é distinta entre as classes. Roupas, acessórios, higiene pessoal, balada e novidades são que esmeram os jovens da classe A. Na B, lazer; carro, cosméticos e beleza são os destaques. Já os da classe C pensam em contribuir no orçamento familiar, estudo e diversão. No gastos mensais, destaque para alimentação (supermercado e restaurantes), em primeiro lugar, com 18% dos gastos; telefonia móvel e fixa, internet e tevê, com 14% e baladas, com 11%.
Texto retirado do Jornal Meio e Mensagem.
A pesquisa envolveu 672 pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre, num universo estimado em oito milhões de indivíduos, sendo 48% de homens e 52% de mulheres das classes A, B e C.
Para Renato Trindade, presidente da empresa, "características como valorização do jovem e da juventude, além de forte influência da cultura do hedonismo estão presentes nos jovens Geração Y, que são autores da maioria dos blogs e gestores de comunidades nas redes sociais".
Segundo o resultado, consumir é melhor do que ostentar marcas. "Os Y's não fogem necessariamente de modismo, mas as marcas assumem uma função de qualificadoras do produto e não de quem os usa", explica Trindade. Os números apontam que, em eletroeletrônicos, o principal é ter uma boa experiência anterior com a marca. Nos veículos, a marca é mais importante porque remete à qualidade. Entre as marcas de celular mais citadas estão iPhone (classe A), Motorola, Nokia, Sony Ericsson; as de TV são Sony, Samsung (classe A), Philips e Gradiente.
A pesquisa ainda aponta que, quando o tema é banco, "quanto mais propaganda, maior a sensação de que se trata de um banco grande". Itaú e Bradesco foram apontados como os mais fortes e sólidos.
Consumo
A lista de compras é distinta entre as classes. Roupas, acessórios, higiene pessoal, balada e novidades são que esmeram os jovens da classe A. Na B, lazer; carro, cosméticos e beleza são os destaques. Já os da classe C pensam em contribuir no orçamento familiar, estudo e diversão. No gastos mensais, destaque para alimentação (supermercado e restaurantes), em primeiro lugar, com 18% dos gastos; telefonia móvel e fixa, internet e tevê, com 14% e baladas, com 11%.
Texto retirado do Jornal Meio e Mensagem.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
O papel do email marketing
O email marketing é um daqueles exemplos de como o mau uso de uma ferramenta pode acabar por prostituir um eficiente canal de comunicação entre empresas e consumidores. Prejudicado pelo desenfreado envio de spams e pela utilização inadequada, o email marketing, contudo, é extremamente valioso dentro de uma estratégia séria de comércio eletrônico. Pelo menos foi essa a premissa defendida pelos participantes do E-Commerce Summit 09, evento que acontece nesta terça-feira, 27, em São Paulo.
Segundo Walter Sabini, da Virtual Target, por exemplo, esse canal é um excelente ponto de contato para travar diálogo com os que compram pela internet oferecendo informações preciosas capazes de fazer com que determinados clientes consumam mais vezes nas mesmas lojas virtuais. "Quando utilizado para entender os desejos dos internautas de maneira constante o email marketing oferece ótimos resultados como parte fundamental de um planejamento de marketing, Ele não deve, no entanto, ser encarado como um canal de captação de clientes através do envio não direcionado", acredita o executivo. Sabini disse ainda que é necessário um período de cerca de seis meses para que os resultados com esse tipo de ação comece a mostrar resultados efetivos.
Para Marcos Amary, do site Estação do Vinho, o email marketing é realmente ponto central para manter o cliente em contato com a loja. De acordo com ele, através do banco de dados atualizado espontaneamente pelos internautas, é possível direcionar o contato filtrando o envio por faixa de preços dos vinhos comprados, o tipo de uva preferido, a nacionalidade da bebida e ainda investir em conteúdo diferenciado para cada tipo de consumidor. "Costumamos mandar email, por exemplo, com os dez melhores vinhos dentro das preferências e dos históricos dos clientes", conta Amary. "Essas são oportunidades muito boas de estar em contato com o consumidor respeitando sua privacidade e, sobretudo, sua vontade", acrescenta.
Texto copiado na íntegra.
Fonte
Segundo Walter Sabini, da Virtual Target, por exemplo, esse canal é um excelente ponto de contato para travar diálogo com os que compram pela internet oferecendo informações preciosas capazes de fazer com que determinados clientes consumam mais vezes nas mesmas lojas virtuais. "Quando utilizado para entender os desejos dos internautas de maneira constante o email marketing oferece ótimos resultados como parte fundamental de um planejamento de marketing, Ele não deve, no entanto, ser encarado como um canal de captação de clientes através do envio não direcionado", acredita o executivo. Sabini disse ainda que é necessário um período de cerca de seis meses para que os resultados com esse tipo de ação comece a mostrar resultados efetivos.
Para Marcos Amary, do site Estação do Vinho, o email marketing é realmente ponto central para manter o cliente em contato com a loja. De acordo com ele, através do banco de dados atualizado espontaneamente pelos internautas, é possível direcionar o contato filtrando o envio por faixa de preços dos vinhos comprados, o tipo de uva preferido, a nacionalidade da bebida e ainda investir em conteúdo diferenciado para cada tipo de consumidor. "Costumamos mandar email, por exemplo, com os dez melhores vinhos dentro das preferências e dos históricos dos clientes", conta Amary. "Essas são oportunidades muito boas de estar em contato com o consumidor respeitando sua privacidade e, sobretudo, sua vontade", acrescenta.
Texto copiado na íntegra.
Fonte
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Pesquisa aponta. Geração mais feliz, confiante e exigente.
Texto compridinho, mas para quem gosta de marketing vale a pena.
Pesquisa da Viacom aponta que as pessoas entre 25 e 34 anos, fase que chama de juventude estendida, estão mais dispostas a aprender. Segundo esse estudo, elas se dividem entre sonhadores nostálgicos, garotos crescidos, bem resolvidos e pretendentes ao sucesso.
A Viacom Networks Brasil (dos canais Nickelodeon, Nick Jr, Vh1, MTV Hits e MTV Jams) apresentou nesta sexta-feira, 6, a agências e anunciantes um estudo global que retrata o público jovem de hoje. "Juventude 30 quilates: a idade que vale ouro" envolveu a participação de 28 mil pessoas, em 18 países, com fóruns de discussão online, entrevistas com especialistas, pesquisa etnográfica e entrevistas online, com o intuito de entender e avaliar os atuais hábitos dos jovens.
A gerente de pesquisa e responsável pelo departamento de pesquisas da Viacom, Beatriz Mello, explica que o objetivo do trabalho era identificar os interesses do público, o que ele gosta de fazer e com o que interage. "Nosso principal target é o jovem. Entender essa faixa etária é importante para os negócios da marca, já que 45% do mercado dirigem seus investimentos para essa faixa etária", destaca.
O grande interesse no estudo era descobrir quem é o novo jovem de 25 a 34 anos. "Antes, eles eram mais engajados politicamente e tinham ligação forte com a família. Agora, com o aumento da expectativa de vida, a juventude foi estendida. Eles querem viver a vida de maneira plena". Esse público pode ser representado, em suas palavras, como "um cara que ainda deseja crescer muito e está aberto a novas possibilidades". A pesquisa aponta ainda que todas as decisões importantes começam a ser tomadas a partir dos 25 e por decisão individual. A cobrança é mais interna (pessoal) do que externa (por parte da família, por exemplo).
Há um detalhe interessante: no mundo, 78% desse público entre 25 e 34 anos afirmam que desejam aprender mais e desenvolver suas habilidades. No Brasil, esse índice é maior: 88%.
A pesquisa mostra que o jovem está em busca da maturidade emocional e funcional. Para melhor compreender a juventude, ela foi dividida em três etapas: adolescência - momento da descoberta, insegurança; fase da experimentação - compreendida pelos jovens de 20 anos, que ainda têm muitas dúvidas, mas já sabem o que não querem; e a última são as pessoas entre 25 e 34 anos, momento no qual muitos conquistaram a maturidade emocional e muitos a funcional, mas poucos atingiram a duas. Essa categoria foi subdividida em quatro segmentos: sonhadores nostálgicos, garotos crescidos, bem resolvidos e pretendentes ao sucesso.
Beatriz conta que o estudo se concentrou nessa última categoria, grupo que antes era classificado como adulto, mas que atualmente ainda usufrui da juventude, o que é importante para as marcas e seus negócios. "É uma geração mais feliz, confiante, exigente com ela mesmo e com independência financeira condicionada com seus interesses", detalha.
Conheça melhor os quatro perfis da geração entre 25 e 34 anos:
Bem resolvidos (mundo 45%, Brasil 51%)
- é o grupo que conquistou o mais alto índice nas duas maturidades:
- são positivos e responsáveis e acham que com 30 anos estão no melhor momento de suas vidas;
- em sua maioria, estão em uma relação estável e muitos já têm filhos;
- profissionalmente, estão satisfeitos com seus empregos ou têm um negócio próprio e têm a maior renda dentre os demais jovens;
- embora admita que já tenha conquistado algumas coisas na vida, ele acredita que não chegou onde queria e que ainda tem muito o que aprender. Por isso está sempre em busca de aprender novas habilidades;
- são early adopters e querem se manter em dia com as novidades tecnológicas.
Pretendentes ao sucesso (mundo 32%, Brasil 36%)
- já adquiriram alto nível de maturidade emocional, mas ainda precisam conquistar a funcional;
- sentem-se frustrados vendo seus amigos com famílias e acham que ainda não conquistaram tudo o que querem da vida;
- pensam no futuro, mas não fazem nada para torná-lo real;
- têm necessidade de se sobressair, mas demonstram certa falta de confiança para buscar novas experiências;
- querem se manter atuais em relação à moda, diversão e tecnologia e estão dispostos a utilizar o crédito para conseguir o que querem;
- são ambiciosos, mas limitados pelo dinheiro. São atraídos pela popularidade das marcas.
Sonhadores nostálgicos (mundo 17%, Brasil 10%)
- têm alta maturidade emocional, mas baixa funcional:
- são jovens que tomaram decisões importantes muito cedo na vida: muitos já casaram e se separaram e a maioria tem filhos;
- têm gostos de adultos e saudade da juventude;
- gostariam de começar a juventude de novo e esperam conquistar mais coisas agora;
- são desconectados de novidades tecnológicas e não estão interessados na cultura jovem;
- são mais tradicionais em relação às marcas e preferem aquelas que já conhecem.
Garotos crescidos (mundo 5%, Brasil 2%)
- têm baixos níveis de maturidade emocional e funcional;
- são super otimistas, mas não se preocupam com futuro;
- buscam a juventude sempre e querem se destacar dos demais;
- são individualistas, solteiros e não estão preocupados em formar família;
- são o segundo grupo de maior renda e super antenados com a cultura jovem e ditam tendências para os demais grupos;
- são trend setters e buscam nas marcas exclusividade e autenticidade.
Texto copiado na íntegra.
Fonte
Pesquisa da Viacom aponta que as pessoas entre 25 e 34 anos, fase que chama de juventude estendida, estão mais dispostas a aprender. Segundo esse estudo, elas se dividem entre sonhadores nostálgicos, garotos crescidos, bem resolvidos e pretendentes ao sucesso.
A Viacom Networks Brasil (dos canais Nickelodeon, Nick Jr, Vh1, MTV Hits e MTV Jams) apresentou nesta sexta-feira, 6, a agências e anunciantes um estudo global que retrata o público jovem de hoje. "Juventude 30 quilates: a idade que vale ouro" envolveu a participação de 28 mil pessoas, em 18 países, com fóruns de discussão online, entrevistas com especialistas, pesquisa etnográfica e entrevistas online, com o intuito de entender e avaliar os atuais hábitos dos jovens.
A gerente de pesquisa e responsável pelo departamento de pesquisas da Viacom, Beatriz Mello, explica que o objetivo do trabalho era identificar os interesses do público, o que ele gosta de fazer e com o que interage. "Nosso principal target é o jovem. Entender essa faixa etária é importante para os negócios da marca, já que 45% do mercado dirigem seus investimentos para essa faixa etária", destaca.
O grande interesse no estudo era descobrir quem é o novo jovem de 25 a 34 anos. "Antes, eles eram mais engajados politicamente e tinham ligação forte com a família. Agora, com o aumento da expectativa de vida, a juventude foi estendida. Eles querem viver a vida de maneira plena". Esse público pode ser representado, em suas palavras, como "um cara que ainda deseja crescer muito e está aberto a novas possibilidades". A pesquisa aponta ainda que todas as decisões importantes começam a ser tomadas a partir dos 25 e por decisão individual. A cobrança é mais interna (pessoal) do que externa (por parte da família, por exemplo).
Há um detalhe interessante: no mundo, 78% desse público entre 25 e 34 anos afirmam que desejam aprender mais e desenvolver suas habilidades. No Brasil, esse índice é maior: 88%.
A pesquisa mostra que o jovem está em busca da maturidade emocional e funcional. Para melhor compreender a juventude, ela foi dividida em três etapas: adolescência - momento da descoberta, insegurança; fase da experimentação - compreendida pelos jovens de 20 anos, que ainda têm muitas dúvidas, mas já sabem o que não querem; e a última são as pessoas entre 25 e 34 anos, momento no qual muitos conquistaram a maturidade emocional e muitos a funcional, mas poucos atingiram a duas. Essa categoria foi subdividida em quatro segmentos: sonhadores nostálgicos, garotos crescidos, bem resolvidos e pretendentes ao sucesso.
Beatriz conta que o estudo se concentrou nessa última categoria, grupo que antes era classificado como adulto, mas que atualmente ainda usufrui da juventude, o que é importante para as marcas e seus negócios. "É uma geração mais feliz, confiante, exigente com ela mesmo e com independência financeira condicionada com seus interesses", detalha.
Conheça melhor os quatro perfis da geração entre 25 e 34 anos:
Bem resolvidos (mundo 45%, Brasil 51%)
- é o grupo que conquistou o mais alto índice nas duas maturidades:
- são positivos e responsáveis e acham que com 30 anos estão no melhor momento de suas vidas;
- em sua maioria, estão em uma relação estável e muitos já têm filhos;
- profissionalmente, estão satisfeitos com seus empregos ou têm um negócio próprio e têm a maior renda dentre os demais jovens;
- embora admita que já tenha conquistado algumas coisas na vida, ele acredita que não chegou onde queria e que ainda tem muito o que aprender. Por isso está sempre em busca de aprender novas habilidades;
- são early adopters e querem se manter em dia com as novidades tecnológicas.
Pretendentes ao sucesso (mundo 32%, Brasil 36%)
- já adquiriram alto nível de maturidade emocional, mas ainda precisam conquistar a funcional;
- sentem-se frustrados vendo seus amigos com famílias e acham que ainda não conquistaram tudo o que querem da vida;
- pensam no futuro, mas não fazem nada para torná-lo real;
- têm necessidade de se sobressair, mas demonstram certa falta de confiança para buscar novas experiências;
- querem se manter atuais em relação à moda, diversão e tecnologia e estão dispostos a utilizar o crédito para conseguir o que querem;
- são ambiciosos, mas limitados pelo dinheiro. São atraídos pela popularidade das marcas.
Sonhadores nostálgicos (mundo 17%, Brasil 10%)
- têm alta maturidade emocional, mas baixa funcional:
- são jovens que tomaram decisões importantes muito cedo na vida: muitos já casaram e se separaram e a maioria tem filhos;
- têm gostos de adultos e saudade da juventude;
- gostariam de começar a juventude de novo e esperam conquistar mais coisas agora;
- são desconectados de novidades tecnológicas e não estão interessados na cultura jovem;
- são mais tradicionais em relação às marcas e preferem aquelas que já conhecem.
Garotos crescidos (mundo 5%, Brasil 2%)
- têm baixos níveis de maturidade emocional e funcional;
- são super otimistas, mas não se preocupam com futuro;
- buscam a juventude sempre e querem se destacar dos demais;
- são individualistas, solteiros e não estão preocupados em formar família;
- são o segundo grupo de maior renda e super antenados com a cultura jovem e ditam tendências para os demais grupos;
- são trend setters e buscam nas marcas exclusividade e autenticidade.
Texto copiado na íntegra.
Fonte
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Últimos trabalhos.
Panfleto para campanha anti-drogas
O público-alvo para este material é composto de pré-adolescentes e adolescentes, em busca de uma linguagem menos careta ou muito pesada utilizei o cartoon.
Com uma linguagem simples...acredito que passa a mensagem.
Folder fictício para uma agência de viagens.
Com direito a logomarca e tudo mais.
Convite
Esse convite fiz utilizando a técnica do scrapbooking.
sábado, 26 de setembro de 2009
Redes socias ainda são um bicho de sete cabeças para muitas empresas
Aposto que muitas empresas realmente pensam isto.
Abaixo um texto esclarecedor sobre as princípais medos que as empresas têm em relação as redes sociais.
Retirei na íntegra de uma matéria do Meio e Mensagem.
As empresas ainda têm medo de se engajar nas redes sociais, apresentando justificativas como a de que elas fazem os funcionários perder tempo e que as pessoas que odeiam as marcas delas poderão causar danos. O estrategista de marketing e palestrante B. L. Ochman apresenta os seis medos das empresas com redes sociais e explica como elas podem vencê-lo.
Os empregados perderão tempo com redes sociais:
Muitas empresas grandes bloqueiam o acesso de seus empregados à internet. Outras tentam bloquear e-mails pessoais ou redes sociais como Facebook.
Em maio de 2009, de acordo com a eMarketer, existiam 29 milhões de smartphones nos Estados Unidos. Trata-se de muito acesso de internet disponível para trabalhadores em qualquer lugar, e os empregadores não os podem impedir de acessar internet em intervalos, almoço, no banheiro.
O valor para os trabalhadores de ter acesso à internet, em termos de pesquisa, comunicação e velocidade, é muito maior do que a ameaça de perda de produtividade. As empresas têm o direito de fazer políticas sobre uso pessoal da internet, mas bloqueá-la durante o trabalho é tolice.
Os "odiadores" irão causar dano à marca:
"E se as pessoas começarem a dizer coisas ruins sobre nossas marcas?", é a primeira pergunta que respondo em workshops. Bem, talvez haja coisas que você precise mudar em sua marca e, neste caso, você deve agradecer a essas pessoas por deixá-lo saber quem elas são. A partir daí, você pode fazer as mudanças.
Se você construir uma comunidade online, ela incluirá pessoas que não te odeiam, e a comunidade irá crescer em sua defesa e ela própria irá cuidar dos problemas para você.
Perderemos o controle da marca:
Ouça bem: cada pessoa com um computador e um pouco de habilidade tem as ferramentas para fazerem suas opiniões sobre sua marca serem ouvidas por outras pessoas. Elas já estão falando sobre você. O controle da mensagem é uma ilusão, desista.
Seus funcionários estão falando sobre você no Facebook, em grupos fechados desenhados para deixá-lo fora, para que possam falar sobre você em paz. Seus clientes estão enviando e-mails, usando Twitter e Facebook e ligando para amigos para falar da experiência com sua marca. Você não tem controle. Você deve entrar na conversa, ao menos você poderá influenciar o que está sendo dito.
Redes sociais demandam dinheiro:
Embora muitas ferramentas de redes sociais sejam gratuitas, saber usá-las demanda experiência e boa perspectiva. O amigo do colégio do chefe não pode integrar rede social no marketing da empresa. É necessário experiência e perspectiva. E ter uma reputação online boa ajuda também.
Como existem carpinteiros que podem construir uma estante e outros carpinteiros mestres que podem criar objetos de beleza genuína e duradoura, há milhares de gurus de redes sociais que jamais trabalharam para um cliente real. Contrate-os, mas por sua conta e risco.
Geoff Livingston afirmou corretamente em um post recente: "Reportar o que você vê na internet não é igual a saber fazer. E nem transforma alguém em conselheiro".
Estamos com medo de processos jurídicos:
Essa não. Próxima por favor!
Temos medo de estar revelando segredos corporativos que possam afetar o valor de nossas ações:
Se você não tem uma política de rede social, precisa criar uma. Se você não confia em seus empregados como pessoas para falar com os consumidores, ou para representar a marca, você precisa então rever suas práticas de contratação e de treinamento.
Do Advertising Age.
Abaixo um texto esclarecedor sobre as princípais medos que as empresas têm em relação as redes sociais.
Retirei na íntegra de uma matéria do Meio e Mensagem.
As empresas ainda têm medo de se engajar nas redes sociais, apresentando justificativas como a de que elas fazem os funcionários perder tempo e que as pessoas que odeiam as marcas delas poderão causar danos. O estrategista de marketing e palestrante B. L. Ochman apresenta os seis medos das empresas com redes sociais e explica como elas podem vencê-lo.
Os empregados perderão tempo com redes sociais:
Muitas empresas grandes bloqueiam o acesso de seus empregados à internet. Outras tentam bloquear e-mails pessoais ou redes sociais como Facebook.
Em maio de 2009, de acordo com a eMarketer, existiam 29 milhões de smartphones nos Estados Unidos. Trata-se de muito acesso de internet disponível para trabalhadores em qualquer lugar, e os empregadores não os podem impedir de acessar internet em intervalos, almoço, no banheiro.
O valor para os trabalhadores de ter acesso à internet, em termos de pesquisa, comunicação e velocidade, é muito maior do que a ameaça de perda de produtividade. As empresas têm o direito de fazer políticas sobre uso pessoal da internet, mas bloqueá-la durante o trabalho é tolice.
Os "odiadores" irão causar dano à marca:
"E se as pessoas começarem a dizer coisas ruins sobre nossas marcas?", é a primeira pergunta que respondo em workshops. Bem, talvez haja coisas que você precise mudar em sua marca e, neste caso, você deve agradecer a essas pessoas por deixá-lo saber quem elas são. A partir daí, você pode fazer as mudanças.
Se você construir uma comunidade online, ela incluirá pessoas que não te odeiam, e a comunidade irá crescer em sua defesa e ela própria irá cuidar dos problemas para você.
Perderemos o controle da marca:
Ouça bem: cada pessoa com um computador e um pouco de habilidade tem as ferramentas para fazerem suas opiniões sobre sua marca serem ouvidas por outras pessoas. Elas já estão falando sobre você. O controle da mensagem é uma ilusão, desista.
Seus funcionários estão falando sobre você no Facebook, em grupos fechados desenhados para deixá-lo fora, para que possam falar sobre você em paz. Seus clientes estão enviando e-mails, usando Twitter e Facebook e ligando para amigos para falar da experiência com sua marca. Você não tem controle. Você deve entrar na conversa, ao menos você poderá influenciar o que está sendo dito.
Redes sociais demandam dinheiro:
Embora muitas ferramentas de redes sociais sejam gratuitas, saber usá-las demanda experiência e boa perspectiva. O amigo do colégio do chefe não pode integrar rede social no marketing da empresa. É necessário experiência e perspectiva. E ter uma reputação online boa ajuda também.
Como existem carpinteiros que podem construir uma estante e outros carpinteiros mestres que podem criar objetos de beleza genuína e duradoura, há milhares de gurus de redes sociais que jamais trabalharam para um cliente real. Contrate-os, mas por sua conta e risco.
Geoff Livingston afirmou corretamente em um post recente: "Reportar o que você vê na internet não é igual a saber fazer. E nem transforma alguém em conselheiro".
Estamos com medo de processos jurídicos:
Essa não. Próxima por favor!
Temos medo de estar revelando segredos corporativos que possam afetar o valor de nossas ações:
Se você não tem uma política de rede social, precisa criar uma. Se você não confia em seus empregados como pessoas para falar com os consumidores, ou para representar a marca, você precisa então rever suas práticas de contratação e de treinamento.
Do Advertising Age.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Propaganda na Internet. O melhor horário!!!
Você sabia que os internautas estão mais suscetíveis a propaganda pela manhã?
Encontrei uma pesquisa sobre os hábitos dos consumidores e o resultado é surpreendente, segundo os dados levantados em média, o internauta, gasta um minuto por dia na interação com peças de publicidade online. Com pico às 9h da matina.
Pensando bem e revendo os meus hábitos matutinos ..depois do meu café a primeira coisa que faço é verificar as novidades/notícias e como tenho um e-mail só para as ofertas virtuais, acabo dando uma olhada e vejo se tem algo muito interessante e se me chamar a atenção lá vou eu avaliar se vale a pena gastar meu rico dinheirinho no produto/serviço.
E com você é diferente?
O texto na íntegra aqui.
Encontrei uma pesquisa sobre os hábitos dos consumidores e o resultado é surpreendente, segundo os dados levantados em média, o internauta, gasta um minuto por dia na interação com peças de publicidade online. Com pico às 9h da matina.
Pensando bem e revendo os meus hábitos matutinos ..depois do meu café a primeira coisa que faço é verificar as novidades/notícias e como tenho um e-mail só para as ofertas virtuais, acabo dando uma olhada e vejo se tem algo muito interessante e se me chamar a atenção lá vou eu avaliar se vale a pena gastar meu rico dinheirinho no produto/serviço.
E com você é diferente?
O texto na íntegra aqui.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Twitter ultrapassa Orkut em quantidade de usuários
De acordo com os mais recentes dados divulgados pela empresa de consultoria comScore, o Twitter conseguiu ultrapassar o patamar dos 44 milhões de usuários em um único mês, ultrapassando redes sociais mais tradicionais, como o Orkut. Em um período de um ano - considerando desde o mês de junho de 2008 até o mesmo mês de 2009.
Isso é usuário para chuchu, pois o orkut tem em todo o mundo cerca de 35 milhões de usuários cadastrado sem todo o planeta.
No último mês de junho, o Twitter conquistou sete milhões de novos visitantes. Em comparação com o mês de junho de 2008 - quando o Twitter contava com um número médio de 2,9 milhões de usuários - a rede social cresceu 1460%. Ainda de acordo com a consultoria, 45% dos usuários do microblog (cerca de 20 milhões de pessoas) estão nos Estados Unidos.
Na classificação dos maiores sites do planeta, o Twitter já ocupa a 52ª posição, ficando à frente do portal de notícias ESPN
Ok, a rede é um sucesso, mas vem a pergunta que não quer calar, como eles irão aproveitar todo este fluxo, até então não tinha nenhum recurso momentário na história.
Mas, na quinta feira 10/9 foi publicada em sua página oficial uma atualização de seus "Termos de Serviços", conjunto de regras que visam estabelecer padrões para a publicação de mensagens e, também, para a utilização da rede como espaço publicitário.
O criador da rede social Biz Stone, que assina o texto, declara que a rede está ávida por uma aproximação maior com o mercado publicitário. "Nós estamos de portas abertas para publicidade", diz o texto. De acordo com o comunicado, prevalecem as determinações já anunciadas pela rede, que permite a exploração de conteúdo comercial por meio de mensagens direcionadas, do campo de buscas ou pela simples divulgação geral de "tweets".
Vocês perceberam que até no orkut agora encontramos publicidade? Sim, quando se vai olhar as fotos dos amigos nos álbuns encontramos um incomodo banner que impede que vejamos a foto em seu tamanho normal. Chato!
Aproveitando, disponibilizo um livro sobre o Twitter, desenvolvido por usuários e distribuido gratuitamente. Trata desde itens básicos e vai além dá dicas de como utilizar nos negócios, para baixar clica aqui.
Fonte: Meio e Mensagem (aqui e aqui)
Isso é usuário para chuchu, pois o orkut tem em todo o mundo cerca de 35 milhões de usuários cadastrado sem todo o planeta.
No último mês de junho, o Twitter conquistou sete milhões de novos visitantes. Em comparação com o mês de junho de 2008 - quando o Twitter contava com um número médio de 2,9 milhões de usuários - a rede social cresceu 1460%. Ainda de acordo com a consultoria, 45% dos usuários do microblog (cerca de 20 milhões de pessoas) estão nos Estados Unidos.
Na classificação dos maiores sites do planeta, o Twitter já ocupa a 52ª posição, ficando à frente do portal de notícias ESPN
Ok, a rede é um sucesso, mas vem a pergunta que não quer calar, como eles irão aproveitar todo este fluxo, até então não tinha nenhum recurso momentário na história.
Mas, na quinta feira 10/9 foi publicada em sua página oficial uma atualização de seus "Termos de Serviços", conjunto de regras que visam estabelecer padrões para a publicação de mensagens e, também, para a utilização da rede como espaço publicitário.
O criador da rede social Biz Stone, que assina o texto, declara que a rede está ávida por uma aproximação maior com o mercado publicitário. "Nós estamos de portas abertas para publicidade", diz o texto. De acordo com o comunicado, prevalecem as determinações já anunciadas pela rede, que permite a exploração de conteúdo comercial por meio de mensagens direcionadas, do campo de buscas ou pela simples divulgação geral de "tweets".
Vocês perceberam que até no orkut agora encontramos publicidade? Sim, quando se vai olhar as fotos dos amigos nos álbuns encontramos um incomodo banner que impede que vejamos a foto em seu tamanho normal. Chato!
Aproveitando, disponibilizo um livro sobre o Twitter, desenvolvido por usuários e distribuido gratuitamente. Trata desde itens básicos e vai além dá dicas de como utilizar nos negócios, para baixar clica aqui.
Fonte: Meio e Mensagem (aqui e aqui)
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Sinal dos tempos. Os mamutes estão se mexendo.
Hoje pela manhã me deparei com a seguinte notícia. "Telejornal de maior audiência do País troca cenário e adota linguagem mais informal e interativa para continuar atraindo o público"
Se até o JN um ícone da comunicação está tento que se adaptar as mudanças a coisa tá feia para a comunicação tradicional. Essa afirmação não é novidade, mas a novidade está em um produto super tradicional de um veículo líder se movimentar antes de ser movimentado a revelia.
Para ter uma dimensão desta afirmação, vocês sabiam que o tráfego nas redes sociais superou o dos sites de pornografia? Isto tudo considerando que mais de 40 milhões de brasileiros acessam a internet.
Com a popularização dos preços dos PC’s e com os notebooks indo pelo mesmo caminho, imagina o quanto ainda temos que crescer, ou seja, a Internet ainda vai mexer e muito com os hábitos de consumo das mídias tradicionais pelos brasileiros.
Algumas empresas começam a se mexer antes, como é o caso da Unilever, que começou a diversificar sua comunicação há cerca de 3 anos e agora começa a colher os louros. Leia mais sobre este caso aqui.
O JN ainda hoje concentra alta audiência – de cada cem televisores ligados no horário cerca de 57 estão sintonizados na Globo - antes era quase uma unanimidade, mas graças a diversificação da programação, da influência da Internet estes índices tem caído cada vez mais.
Mesmo assim o jornal ainda é o queridinho dos anunciantes, pois seu break é mais curto e a quantidade de comerciais é menor, o que provoca menos “sapeação” entre os telespectadores.
Seu público fiel é composto prioritariamente pela classe C (41%, ante 27% das classes AB e 32% da DE, segundo o Ibope Telereport), o JN aposta em uma linguagem mais simples e informal, hoje incorporada especialmente pelas figuras de seus âncoras, o casal William Bonner e Fátima Bernardes.
Tanto Fátima quanto Bonner se tornaram mais do que pessoas públicas. Eles alcançaram status de celebridade. Basta lembrar o episódio da chapinha japonesa, quando a mudança no cabelo de Fátima tornou-se uma das notícias mais comentadas do Brasil.
Não precisa ser muito esperto para concluir que nada, mas nada será como antes. O poder se transferiu de mãos e o consumidor começa finalmente a ditar as regras, fazendo com os gigantes comessem a repensar suas estratégias e principalmente onde irão concentrar seus investimentos.
Finalmente chegamos a este patamar!!! Porque até pouco tempo atrás as empresas faziam o que era mais interessante e melhor para elas (ahhh!!!).
Antes pessoas sem voz, agora começam a se levantar, impor sua opinião, exigir respeito e serem ouvidas pelos seus iguais e até superiores, provocando uma revolução. As redes sociais vieram para ficar e se duvidar substituirão a pornografia como principal motivo de acessarem a rede, ops isto já aconteceu. O que mais virá pela frente??
Fonte: Jornal Meio e Mensagem
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
YouTube não matará a TV. A internet o fará
A afirmação é de Chad Hurley, cofundador do site de vídeos.
Nota do blog: Quando a Tv começou falou-se a mesma coisa, sobre o rádio, mas sabemos que não aconteceu nada, essas mídias coexistem até hoje, mas não dúvido que isto vá acontecer, quer dizer já esta acontecendo. Estes dias fiz uma entrevista de emprego, onde levei uma apresentação que continha as diversas campanhas com o uso de diversas mídias. O entrevistador perguntou porque uma empresa grande como a Vivo via a necessidade de expandir tanto a comunicação. Respondi que hoje em dia as pessoas não dedicam mais o tempo para a TV como outrora (ai que palavra).
Isto é a pura verdade, antes era praticamente um evento social reunir toda a família para assistir o líder absoluto o Jornal Nacional, consulte para ver os índices de audiência deste programa? Caiu muitos e muitos pontos, continua sendo um dos mais caros investimentos de mídia, mas não atinge mais a mesma quantidade de pessoas que há 20 anos atrás.
Ao meu ver isto aconteceu por alguns motivos, mas o principal é a Internet, as outras emissoras (ainda bem!!!) começaram a investir pesado em jornalismo, as pessoas têm saído mais de casa, afinal podem ter acesso àquela informação de outro modo (Tv digital no celular, internet, mensagem de texto, etc).
Ao contrário de Chat Hurley, não acredito que a TV irá acabar, mas irá perder mais e mais a sua força de arrastar multidões para o sofá para receber seu material pré-fabricado, a personalização do conteúdo será um o novo desafio da TV, resta saber como ela responderá a esta necessidade.
Confira abaixo a matéria com o cofundador do YouTube, Chad Hurley. Boa leitura. Chad Hurley, cofundador do YouTube, não fez rodeios. Convidado do Digital Age 2.0, evento organizado pelo IDG em São Paulo, ele foi claro ao ser questionado se o site mataria a TV: "O YouTube não. A internet matará a TV". Hurley explicou que, com a distribuição digital, o caminho é a personalização do que se quer assistir, seja no computador, seja no celular.
Ele não imagina o futuro com as pessoas se sentando diante da TV para acompanhar o programa das 20h, por exemplo. Hurley ainda brincou com o assunto. Contou que, vez por outra, ele assiste à programação da TV, mas disse também que o aparelho fica como um ruído enquanto ele está na web.
Ao falar sobre o futuro, Hurley afirmou que pretende oferecer melhores experiências aos usuários por meio de um streaming mais rápido e que planeja ampliar a plataforma de distribuição de conteúdo para que o serviço seja usufruído em qualquer aparelho, em qualquer formato e a qualquer hora. "A experiência do usuário tem de ser mais consistente", observou.
Nesse sentido, o YouTube continua a investir em tecnologia. O site estuda maneiras de viabilizar uploads de vídeos mais longos do que o limite atual (dez minutos) e com maior qualidade. Hurley declarou que a empresa quer criar mais ferramentas que promovam maior integração entre os usuários. Isso tanto no que se refere a compartilhamento como também a mecanismos que ampliem a recomendação de vídeos a assistir. Também deseja ampliar seu catálogo.
A cada minuto, "sobem" no site 20 horas de produções. A respeito da necessidade de gerar receitas para o Google (que comprou o site em 2006), o cofundador do YouTube assegurou que existe mais história da mídia do que real pressão.
Questionado o que o CEO do Google costuma lhe perguntar sempre que se encontram, ele respondeu: "Eric Schmidt quer saber que vídeo deveria ver". Novos modelos de publicidade estão sendo discutidos. Segundo Hurley, é preciso diversificar as oportunidades e também encontrar melhores meios para direcionar a publicidade aos usuários.
O YouTube confirmou que irá dividir receita de publicidade com os usuários responsáveis pelos vídeos mais populares do site (leia mais aqui). Ele deverá avisar por e-mail que o pagamento será feito, mas ainda não estão claros os requisitos mínimos para que um vídeo seja remunerado dentro desse conceito de popularidade. Isso seria uma medida também para estimular a criação de conteúdos mais atraentes.
Conteúdo foi um dos pontos que Hurley valorizou em sua apresentação no Digital Age, que ocorreu na tarde desta quarta-feira, 26. Ele também salientou a importância da distribuição eficiente desse material. Hurley comentou ainda que um hit viral é muito raro.
É praticamente como ganhar um Oscar. Ele disse que para se construir um hit é importante contar bem uma história, mas acredita que mostrar coisas engraçadas ou "malucas", compartilhar talentos ou ensinar algo são formas de atrair atenção. Hurley observou que o Google acelerou o crescimento do YouTube. E que as duas companhias compartilham a mesma missão: organizar a informação no mundo digital. E distribuí-la. "Os vídeos são uma parte importante da internet e vão continuar a ser. Temos foco na inovação e na melhora de nossos serviços. Mas ainda temos um longo caminho a percorrer".
Texto de Lena Castellón
Nota do blog: Quando a Tv começou falou-se a mesma coisa, sobre o rádio, mas sabemos que não aconteceu nada, essas mídias coexistem até hoje, mas não dúvido que isto vá acontecer, quer dizer já esta acontecendo. Estes dias fiz uma entrevista de emprego, onde levei uma apresentação que continha as diversas campanhas com o uso de diversas mídias. O entrevistador perguntou porque uma empresa grande como a Vivo via a necessidade de expandir tanto a comunicação. Respondi que hoje em dia as pessoas não dedicam mais o tempo para a TV como outrora (ai que palavra).
Isto é a pura verdade, antes era praticamente um evento social reunir toda a família para assistir o líder absoluto o Jornal Nacional, consulte para ver os índices de audiência deste programa? Caiu muitos e muitos pontos, continua sendo um dos mais caros investimentos de mídia, mas não atinge mais a mesma quantidade de pessoas que há 20 anos atrás.
Ao meu ver isto aconteceu por alguns motivos, mas o principal é a Internet, as outras emissoras (ainda bem!!!) começaram a investir pesado em jornalismo, as pessoas têm saído mais de casa, afinal podem ter acesso àquela informação de outro modo (Tv digital no celular, internet, mensagem de texto, etc).
Ao contrário de Chat Hurley, não acredito que a TV irá acabar, mas irá perder mais e mais a sua força de arrastar multidões para o sofá para receber seu material pré-fabricado, a personalização do conteúdo será um o novo desafio da TV, resta saber como ela responderá a esta necessidade.
Confira abaixo a matéria com o cofundador do YouTube, Chad Hurley. Boa leitura. Chad Hurley, cofundador do YouTube, não fez rodeios. Convidado do Digital Age 2.0, evento organizado pelo IDG em São Paulo, ele foi claro ao ser questionado se o site mataria a TV: "O YouTube não. A internet matará a TV". Hurley explicou que, com a distribuição digital, o caminho é a personalização do que se quer assistir, seja no computador, seja no celular.
Ele não imagina o futuro com as pessoas se sentando diante da TV para acompanhar o programa das 20h, por exemplo. Hurley ainda brincou com o assunto. Contou que, vez por outra, ele assiste à programação da TV, mas disse também que o aparelho fica como um ruído enquanto ele está na web.
Ao falar sobre o futuro, Hurley afirmou que pretende oferecer melhores experiências aos usuários por meio de um streaming mais rápido e que planeja ampliar a plataforma de distribuição de conteúdo para que o serviço seja usufruído em qualquer aparelho, em qualquer formato e a qualquer hora. "A experiência do usuário tem de ser mais consistente", observou.
Nesse sentido, o YouTube continua a investir em tecnologia. O site estuda maneiras de viabilizar uploads de vídeos mais longos do que o limite atual (dez minutos) e com maior qualidade. Hurley declarou que a empresa quer criar mais ferramentas que promovam maior integração entre os usuários. Isso tanto no que se refere a compartilhamento como também a mecanismos que ampliem a recomendação de vídeos a assistir. Também deseja ampliar seu catálogo.
A cada minuto, "sobem" no site 20 horas de produções. A respeito da necessidade de gerar receitas para o Google (que comprou o site em 2006), o cofundador do YouTube assegurou que existe mais história da mídia do que real pressão.
Questionado o que o CEO do Google costuma lhe perguntar sempre que se encontram, ele respondeu: "Eric Schmidt quer saber que vídeo deveria ver". Novos modelos de publicidade estão sendo discutidos. Segundo Hurley, é preciso diversificar as oportunidades e também encontrar melhores meios para direcionar a publicidade aos usuários.
O YouTube confirmou que irá dividir receita de publicidade com os usuários responsáveis pelos vídeos mais populares do site (leia mais aqui). Ele deverá avisar por e-mail que o pagamento será feito, mas ainda não estão claros os requisitos mínimos para que um vídeo seja remunerado dentro desse conceito de popularidade. Isso seria uma medida também para estimular a criação de conteúdos mais atraentes.
Conteúdo foi um dos pontos que Hurley valorizou em sua apresentação no Digital Age, que ocorreu na tarde desta quarta-feira, 26. Ele também salientou a importância da distribuição eficiente desse material. Hurley comentou ainda que um hit viral é muito raro.
É praticamente como ganhar um Oscar. Ele disse que para se construir um hit é importante contar bem uma história, mas acredita que mostrar coisas engraçadas ou "malucas", compartilhar talentos ou ensinar algo são formas de atrair atenção. Hurley observou que o Google acelerou o crescimento do YouTube. E que as duas companhias compartilham a mesma missão: organizar a informação no mundo digital. E distribuí-la. "Os vídeos são uma parte importante da internet e vão continuar a ser. Temos foco na inovação e na melhora de nossos serviços. Mas ainda temos um longo caminho a percorrer".
Texto de Lena Castellón
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Exemplos fantásticos de marketing viral.
Por mais de cinco meses, um clipe de um minuto no qual duas crianças moviam seus olhos sob o som de Don´t Stop The Rock, um hip hop, foi um dos vídeos mais vistos da internet. Criado pela Fallon para a Cadbury, Eyebrow Dance foi apenas uma das diversas peças criadas no Reino Unido, junto com a Dança de T-Mobile, Rollerbabies da Evian e a Sheep Led da Samsung, que dominaram o ranking de vídeos virais.
Os britânicos têm se especializado em criar publicidade que engaja o público em outros meios. Nesse aspecto, aparecem crianças e animais, bem como ações coletivas aparentemente impossíveis de se orquestrar, como Dance, de T-Mobile, no qual dezenas de pessoas dançaram em uma estação de trem de Liverpool. Uma reação comum a esses anúncios é questionar se isso é real. Como eles fizeram isso?
Nota do blog: É interessante quando a propaganda quer comover, a grande utilização de crianças e animais, parece uma fórmula certa para derreter e entrar profundamente no coração dos mais duros. E apesar da pouca aparição das marcas nesses virais, eles podem ter grandes efeitos sobre as vendas.
A T-Mobile as ampliou em 25% no Reino Unido, mesmo diante da recessão e segundo o sócio da Saatchi&Saatchi Paul Silburn a campanha melhorou a percepção da marca. As vendas de Cadbury aumentaram 9,7% graças ao sucesso de Gorilla, e cresceram ainda mais, 11,4%, depois de Eyebrows.
Nota do blog: Gostaria que as pessoas que decidem e aprovam as propagandas de suas empresas, lessem o parágrafo acima, "apesar da pouca aparição das marcas nesses virais, eles podem ter grandes efeitos sobre as vendas" prestaram atenção??? Sempre que me sento com um cliente, ele quer explorar ao máximo sua logomarca, ressaltar a logo em todo o momento, ninguém entende o conceito de menos é mais.
Em marketing viral podemos ver que a criatividade é o mais e a logo é o menos, mas no final das contas acaba invertendo a equação e favorecendo a empresa. E dai aprovador, deu para entender???
Remi Babinet, fundador da BETC Euro RSCG de Paris, agência de Evian, afirmou que o espetáculo de Rollerbabies era completamente novo, e que a música é um componente vital. "E também é um período global de renascimento e novos começos. É otimista e alegre", afirma. Silburn acredita que a popularidade de um vídeo vai de ele criar um apelo universal. "Antes os virais tendiam a ser ultrajantes e baseados em violência ou sexo para atrair as pessoas.
Agora é diferente: as pessoas apreciam um filme que as faça sentir-se bem. É tudo o que precisamos em meio a uma recessão", conclui.
Nota do blog: Eu acredito que a receita de sucesso para uma propaganda viral é uma situação inusitada, com uma combinação perfeita de técnica, música, efeitos visuais, porque se a música for ruim, por exemplo, o espectador tende a largar mão e partir para algo mais agradável, e com certeza não irá indicar aos amigos, que é o princípio do marketing viral. Falei o óbvio?
Fonte
Confira os vídeos, boa diversão e aprendizado.
Os britânicos têm se especializado em criar publicidade que engaja o público em outros meios. Nesse aspecto, aparecem crianças e animais, bem como ações coletivas aparentemente impossíveis de se orquestrar, como Dance, de T-Mobile, no qual dezenas de pessoas dançaram em uma estação de trem de Liverpool. Uma reação comum a esses anúncios é questionar se isso é real. Como eles fizeram isso?
Nota do blog: É interessante quando a propaganda quer comover, a grande utilização de crianças e animais, parece uma fórmula certa para derreter e entrar profundamente no coração dos mais duros. E apesar da pouca aparição das marcas nesses virais, eles podem ter grandes efeitos sobre as vendas.
A T-Mobile as ampliou em 25% no Reino Unido, mesmo diante da recessão e segundo o sócio da Saatchi&Saatchi Paul Silburn a campanha melhorou a percepção da marca. As vendas de Cadbury aumentaram 9,7% graças ao sucesso de Gorilla, e cresceram ainda mais, 11,4%, depois de Eyebrows.
Nota do blog: Gostaria que as pessoas que decidem e aprovam as propagandas de suas empresas, lessem o parágrafo acima, "apesar da pouca aparição das marcas nesses virais, eles podem ter grandes efeitos sobre as vendas" prestaram atenção??? Sempre que me sento com um cliente, ele quer explorar ao máximo sua logomarca, ressaltar a logo em todo o momento, ninguém entende o conceito de menos é mais.
Em marketing viral podemos ver que a criatividade é o mais e a logo é o menos, mas no final das contas acaba invertendo a equação e favorecendo a empresa. E dai aprovador, deu para entender???
Remi Babinet, fundador da BETC Euro RSCG de Paris, agência de Evian, afirmou que o espetáculo de Rollerbabies era completamente novo, e que a música é um componente vital. "E também é um período global de renascimento e novos começos. É otimista e alegre", afirma. Silburn acredita que a popularidade de um vídeo vai de ele criar um apelo universal. "Antes os virais tendiam a ser ultrajantes e baseados em violência ou sexo para atrair as pessoas.
Agora é diferente: as pessoas apreciam um filme que as faça sentir-se bem. É tudo o que precisamos em meio a uma recessão", conclui.
Nota do blog: Eu acredito que a receita de sucesso para uma propaganda viral é uma situação inusitada, com uma combinação perfeita de técnica, música, efeitos visuais, porque se a música for ruim, por exemplo, o espectador tende a largar mão e partir para algo mais agradável, e com certeza não irá indicar aos amigos, que é o princípio do marketing viral. Falei o óbvio?
Fonte
Confira os vídeos, boa diversão e aprendizado.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Consumidores aprovam empresas "verdes"
Segundo pesquisa, apesar de considerarem os produtos ecologicamente corretos muito caros, brasileiros se dispõem a pagar mais por eles.
As empresas que quiserem captar a atenção dos clientes e consumidores deverão, dentro dos próximos anos, adotar uma postura e uma filosofia de trabalho "verdes". Embora considerem que os produtos ecologicamente corretos são mais caros do que os comuns, 73% dos brasileiros afirmam que estariam dispostos a pagar mais para ficar com a consciência mais tranqüila.
Esses são os resultados da pesquisa sobre responsabilidade ambiental e comportamento do consumidor realizada pela Penn, Schoen & Berland Associates (PSB), uma unidade de pesquisa do Grupo WPP, em sete países: Brasil, China, Índia, Estados Unidos, França, Alemanha e Reino Unido. O objetivo era traçar um panorama das opiniões e disposições dos consumidores diante das estratégias ambientais adotadas pelas empresas.
A preocupação com o meio ambiente e com a qualidade de vida já algo presente na mente dos consumidores dos países emergentes. Para os brasileiros e indianos, o meio ambiente é a questão mais importante da atualidade, enquanto para os outros países da pesquisa, a economia ocupa o topo das prioridades.
Aproximadamente 78% dos indianos entrevistados e 73% dos chineses afirmaram que também estariam dispostos a pagar mais por produtos que oferecessem um menor impacto ao meio ambiente. Adotar uma imagem de empresa "verde" também é algo muito valorizado pelos consumidores. Considerando os sete países pesquisados, 77% dos entrevistados afirmam que ter uma classificação "verde" é um fator muito importante para uma empresa. No Brasil, esse índice ficou em 50%.
A pesquisa também procurou mapear os meios mais utilizados pelos consumidores para obter informações sobre as questões ambientais e as práticas das empresas. Entre os brasileiros, a internet foi o canal mais votado.
Os consumidores também destacaram que, para informar a respeito das práticas "verdes" de uma empresa, é mais confiável uma reportagem do que uma propaganda.A instituição também pesquisou, em cada nação, as empresas que mais transmitem a imagem de possuir uma filosofia "verde", em dez diferentes categorias.
Confira, abaixo, o ranking dessas empresas de acordo com os entrevistados brasileiros: Cuidados Pessoais: Natura Varejo
Vestuário: Azaleia
Produtos para casa: Unilever
Tecnologia: Microsoft Varejo
Supermercados: Pão de Açúcar
Hospitalidade, Lazer e Entretenimento: Blue Tree
Carros: Fiat/ Toyota
Varejo - Lojas de Departamento: Lojas Americanas Fast Food
Alimentos e Bebidas: Casa do Pão de Queijo
Tecnologia Móvel: TIM
Fonte: Jornal on line Meio e Mensagem.
As empresas que quiserem captar a atenção dos clientes e consumidores deverão, dentro dos próximos anos, adotar uma postura e uma filosofia de trabalho "verdes". Embora considerem que os produtos ecologicamente corretos são mais caros do que os comuns, 73% dos brasileiros afirmam que estariam dispostos a pagar mais para ficar com a consciência mais tranqüila.
Esses são os resultados da pesquisa sobre responsabilidade ambiental e comportamento do consumidor realizada pela Penn, Schoen & Berland Associates (PSB), uma unidade de pesquisa do Grupo WPP, em sete países: Brasil, China, Índia, Estados Unidos, França, Alemanha e Reino Unido. O objetivo era traçar um panorama das opiniões e disposições dos consumidores diante das estratégias ambientais adotadas pelas empresas.
A preocupação com o meio ambiente e com a qualidade de vida já algo presente na mente dos consumidores dos países emergentes. Para os brasileiros e indianos, o meio ambiente é a questão mais importante da atualidade, enquanto para os outros países da pesquisa, a economia ocupa o topo das prioridades.
Aproximadamente 78% dos indianos entrevistados e 73% dos chineses afirmaram que também estariam dispostos a pagar mais por produtos que oferecessem um menor impacto ao meio ambiente. Adotar uma imagem de empresa "verde" também é algo muito valorizado pelos consumidores. Considerando os sete países pesquisados, 77% dos entrevistados afirmam que ter uma classificação "verde" é um fator muito importante para uma empresa. No Brasil, esse índice ficou em 50%.
A pesquisa também procurou mapear os meios mais utilizados pelos consumidores para obter informações sobre as questões ambientais e as práticas das empresas. Entre os brasileiros, a internet foi o canal mais votado.
Os consumidores também destacaram que, para informar a respeito das práticas "verdes" de uma empresa, é mais confiável uma reportagem do que uma propaganda.A instituição também pesquisou, em cada nação, as empresas que mais transmitem a imagem de possuir uma filosofia "verde", em dez diferentes categorias.
Confira, abaixo, o ranking dessas empresas de acordo com os entrevistados brasileiros: Cuidados Pessoais: Natura Varejo
Vestuário: Azaleia
Produtos para casa: Unilever
Tecnologia: Microsoft Varejo
Supermercados: Pão de Açúcar
Hospitalidade, Lazer e Entretenimento: Blue Tree
Carros: Fiat/ Toyota
Varejo - Lojas de Departamento: Lojas Americanas Fast Food
Alimentos e Bebidas: Casa do Pão de Queijo
Tecnologia Móvel: TIM
Fonte: Jornal on line Meio e Mensagem.
Twitter cria guia para as marcas
Chamado de Twitter 101, ele procura orientar empresas interessadas em participar do microblog e tirar proveito do popular serviço.
Todos os dias milhões de pessoas usam o Twitter para criar, descobrir e compartilhar ideias com outros indivíduos. É assim que o Twitter 101 se apresenta. Trata-se de um guia criado pelo próprio microblog para empresas que queiram explorar os recursos oferecidos por esse serviço que está entre os mais populares da internet.
De acordo com o Brand Republic, esse lançamento veio logo depois da divulgação de um estudo da Harris Interactive que ouviu diversos profissionais de marketing e apontou que 55% deles não conheciam o site ou pensavam que ele não era útil para suas companhias.
Seis tópicos orientam as marcas a utilizar o Twitter de forma a conectá-las com o consumidor, saber o que se pensa delas e de seus produtos (o que pode ajudar a melhorá-los) e até gerar mais vendas a partir de um bom uso do serviço. O primeiro deles é "O que é Twitter". As dicas vêm na sequência e há uma área dedicada a análise de alguns cases. Nesse tópico, os exemplos são JetBlue, Pepsi e Dell, entre outras empresas.
Diz o guia que uma das principais vantagens do Twitter é dar a chance para a companhia se comunicar de modo casual com o consumidor. Segundo o Twitter 101, o microblog representa uma oportunidade de a marca usar os termos empregados pelo cliente final, criando um relacionamento amigável, o que seria mais difícil de se conseguir em outros meios.
Entre as dicas do Twitter 101 para as companhias estão: inclua no seu bio (que explica quem é o usuário) um meio de contato, como e-mail; preste atenção ao que dizem sobre a marca, seus serviços e produtos e procure encaminhar queixas para que sejam resolvidas; seja rápido para dar retorno a pedidos ou textos enviados para a empresa (dentro de horas ou de um dia para o outro, dependendo da natureza da corporação); adote um tom casual em suas mensagens; compartilhe um pouco de seus projetos ou ofereça bônus e descontos; e não pratique spam.
Fonte
Mulheres necessitam...
Este é um apetrecho feminino que as mulheres necessitam.
Nada mais chato do que chegar em um restaurante ou coisa parecida e ter que achar mais uma cadeira só para colocar a bolsa e quando são muitas mulheres?
Fica um auê de bolsa para lá e para cá.
Há uns 5 anos comprei o meu, meu companheiro inseparável até hoje, achei a idéia fantástica e acreditei que a moda ia pegar imediatamente, mas, para minha surpresa não pegou
e não faço a miníma idéia do porque não vingou...
Toda vez que estou com a minha bolsa escondida ao meu lado sempre chama a atenção das mulheres. E pensando em suprir esta necessidade, procurei um fornecedor para eu comercializar os benditos ajudantes femininos.
Quer ser ter a liberdade de por a sua bolsa onde você quiser?
Entre em contato (67 3029 -4551) tenho a pronta entrega.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Pérolas recolhidas em Campo Grande.
Como ganhei uma câmera Samsung SL202 de aniversário, ela é na versão poket...isto me permite carregar ela na bolsa, muito mais fácil para flagrar estas pérolas pela rua.
Veja abaixo a primeira.
Bar perto de casa...super original,
será que foi inspirado em alguém que enganava o tio para ir ao bar?
domingo, 5 de julho de 2009
Propaganda c/ assuntos delicados. Como abordar?
Falando em propaganda, como você abordaria temas delicados? Como vendas de serviços funerários, remédio para micose, cigarro ou AIDS? Segue abaixo alguns exemplos que garimpei em um blog amigo o Pimenta no teu... é refresco São várias campanhas que se utilizam do bom humor para transmitir sua mensagem.
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"Você não vai desprotegido para situações perigosas.
Então não seja estúpido, use camisinha!"
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Como diz essa propaganda: "diversão agora, crianças depois."
Essa foi muito inteligente.
Brinca com a transparência das palavras. Afinal, o perigo nem sempre é evidente...
Um papel importante da camisinha, além de evitar as 'DST', é evitar uma gravidez indesejada...
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Super desenho...olhando assim parece fácil.
Este outro é muito legal, me sinto um pouco frustrada por não ter todo este talento.
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